Emeli Sandé lança no Brasil álbum que tirou Adele do topo das paradas

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A cantora e compositora escocesa Emeli Sandé lança agora, no Brasil seu primeiro disco Our Version of Events, que tem emocionado os fãs com sua voz rica e 13 composições sofisticadas.

Foto: Divulgação / EMI

Ela desbancou Adele do topo das paradas no Reino Unido, onde já ultrapassa a marca de 500 mil cópias vendidas (físicas e digitais), tornando este o álbum de estreia mais vendido do ano na terra da Rainha.

Como evidenciado em Our Version of Events, ela tem uma profunda afinidade com todas as coisas relacionadas ao coração e à alma. Compositora fervorosa desde os dez anos de idade, Sandé, de 24 anos, graciosamente ostenta sua voz rica e a propensão para uma melodia sofisticada em suas músicas.

Ela já foi vencedora do cobiçado BRIT Critics Choice Award de 2012 (vencedores recentes incluem Adele e Florence and the Machine) e, em uma reviravolta sem precedentes, também foi indicada como artista revelação no BRITs deste ano.

Além disso, foi selecionada pelo Coldplay para abrir sua atual turnê. Anteriormente, ela também abriu shows para Alicia Keys, que ficou impressionada e acabou compondo junto a Sandé para seu próximo álbum e coescreveu e produziu a faixa Hope, de Our Version of Events.

Sandé já escreveu também uma série de canções para britânicos como Leona Lewis, Susan Boyle, Tinie Tempah, Professor Green, Tinchy Stryder, Cheryl Cole e The Saturdays.

Em Our Version of Events, Sandé cria uma inebriante e complexa atmosfera para mostrar seu talento altaneiro. Há o épico Daddy (‘sobre o vício a qualquer coisa’, diz Sandé) e a hipnótica Heaven (bateria e baixo estilo início dos anos 90, coroada por aquela alma agitada e a gloriosa voz).

Mas enquanto o álbum tem uma acentuada e brilhante sensação retrô-futurista, também está repleto de emoção crua — um fenômeno que Sandé. fã de Nina Simone, Joni Mitchell e Lauryn Hill, da pintora Frida Kahlo (Emeli tem uma tatuagem da artista no antebraço), da poeta Sylvia Plath e da escritora Virginia Woolf credita a um compromisso obstinado para agir no instinto:  “Eu posso me relacionar com uma canção de Joni, mesmo que tenha 25 anos — isto é o principal e mais importante para mim. Não estou preocupada sobre em que categoria minha música vai ser classificada e não há nenhum ponto final na limitação em que você pode chegar, mas eu quero ser respeitada”, comentou.

Com informações da EMI Music Brasil

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