Dicró e o adeus ao bom humor do samba

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Morreu na madrugada desta quinta-feira (26) o sambista Carlos Roberto de Oliveira, conhecido como Dicró. Ele tinha 66 anos e sofreu um infarto em um hospital na ciade de Magé, estado do Rio.

Foto: Divulgação

Durante toda a sua carreira, ele compôs sambas com grande humor, sempre mencionando a figura da “sogra” como alvo em suas composições. Dicró nasceu na cidade de Mesquita em 1946 e desde cedo participou de rodas de samba, as quais eram organizadas pela sua mãe em um terreiro do qual que era mãe-de-santo.

Mais tarde faria parte das alas das escolas Beija-Flor de Nilópolis e Grande Rio. Durante a gestão do então governador Anthony Garotinho incentivou a criação do Piscinão de Ramos. Seu primeiro trabalho foi em 1977 entitulado “A hora e a vez do samba“.

Desde então foram doze álbuns e uma carreira consolidada e respeitada pela crítica e público. Entre seus sucessos, destacam-se “Olha a Rima”, “Chatuba” e “A vaca da minha sogra“.

Dicró será enterrado hoje, as 17h no Cemitério Jardim da Saudade na zona oeste do Rio.

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